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Palestras: 
JP Cuenca Formado em economia, o carioca João Paulo Cuenca acabou se tornando escritor e cronista. Atualmente, escreve para o jornal O Globo e mantém o Blog de Anotações. É autor de Corpo Presente, O Dia Mastroianni e co-autor de Parati para mim, livro que lançou quando foi escritor convidado da primeira edição da Festa Literária de Parati, a FLIP. Em 2007 foi selecionado pela organização do festival Bogotá Capital Mundial do Livro como um dos 39 autores de maior destaque na América Latina com menos de 39 anos e é apontado pela crítica especializada como um dos autores mais promissores da sua geração. Equipe do Profissão Repórter: A Semana vai receber os repórteres Thais Itaqui e Felipe Gutierrez e o cinegrafista Mikael Fox
 Thais Itaqui entrou na Rede Globo em janeiro de 2007, através do programa de estágio da emissora. Foi onde Caco Barcellos e o diretor Marcel Souto Maior puderam conhecer seu trabalho e convidá-la para fazer parte do Profissão Repórter, onde está até hoje. É conhecida por coberturas marcantes, como a das enchentes em Santa Catarina no final de 2008 e a de uma garota que foi mãe aos 11 anos, no Rio Grande do Sul, em junho deste ano - a mais difícil até hoje, na sua opinião. Thais se formou em Julho de 2007 pela Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, e trabalhou como freela ainda durante o curso.
 Felipe Gutierrez, além de jornalista, é administrador, formado pela Fundação Getúlio Vargas em 2003. Entrou na Rede Globo pelo programa de estágio, em fevereiro de 2004. Assim que se formou em jornalismo pela USP, foi trabalhar no site do Jornal da Globo, onde Caco Barcellos e Marcel Souto Maior o chamaram para o Profissão Repórter. A matéria que mais o abalou foi a que foi fazer em uma escola pública de São Paulo, onde acabou tratando do suicídio de um garoto de 14 anos, que se matou por sentir-se perseguido pelo fato de ser gay. Quanto a projetos paralelos, já editou um fanzine, chamado Não é Carne Nem Peixe, e mantém um blog sem pauta fixa, desvinculado do programa.
 Mikael Fox começou a trabalhar com imagens numa TV universitária em 1997, e precisou abrir mão de suas férias seis vezes até se formar em jornalismo em 2006 para, aí sim, entrar na Rede Globo São Paulo. No mesmo ano, seu então chefe Hélio Alvarez o convidou para fazer parte do novo projeto da emissora, o Profissão Repórter. Como repórter cinematográfico ele já foi ao Haiti acompanhar as tropas brasileiras naquele país, cobriu a tragédia com o Airbus da Tam em 2007 e conferiu o desespero da população catarinense após as enchentes do final de 2008, ao lado de Thais Itaqui. Hoje, além do programa, ele está terminando uma pós-graduação em Cinema, Vídeo e Fotografia na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, e ministra uma disciplina de Reportagem Cinematográfica na Universidade São Camilo, no Espírito Santo. Mikael vem à VIII Semana do Jornalismo discutir a importância de se ter um jornalista – e não apenas um operador de câmera – na busca pelas imagens no telejornalismo. Narrativas do fato: crescimento do mercado de livros-reportagem

Sérgio Vilas Boas Jornalista, escritor e professor, Sergio Vilas Boas ajudou a criar a Associação Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL), onde atua como diretor editorial e leciona no curso pós-graduação. Doutor em Comunicação, pesquisa e pratica narrativas biográficas. Trabalhou por dez anos em jornais e hoje é editor da revista eletrônica textovivo.com.br. Autor de Biografismo: Reflexões sobre as Escritas da Vida (2008), Perfis (2003), e Os Estrangeiros do Trem N (prêmio Jabuti de reportagem em 1998), entre outros. 
Klester Cavalcanti O pernambucano Klester Cavalcanti já foi engenheiro mecânico e trabalha como jornalista há quinze anos. Foi correspondente da revista Veja na Amazônia entre 1998 e 2000, onde fez matérias sobre grilagem de terra e trabalho escravo. Suas experiências foram reunidas no livro-reportagem Direto da Selva, de 2002. Dois anos depois ele lançou Viúvas da Terra – Morte e Impunidade nos Rincões do Brasil, que ganhou o prêmio Jabuti de 2005. A investigação de cinco anos apresenta a violência agrária no país através dos olhos das mulheres que perdem os maridos trabalhadores rurais. Klester já trabalhou em revistas como a Caminhos da Terra, VIP, e foi editor-chefe da Contigo. Em 2006 o jornalista lançou O Nome da Morte, livro que conta a história de um matador de aluguel que já assassinou 492 pessoas e hoje vive impunemente. Klester já ganhou o prêmio de Melhor Reportagem Ambiental da América do Sul da notícias Reuters e da IUCN e o Natali Prize, o prêmiação de Jornalismo e Direitos Humanos realizada pela União Européia e pela Federação Internacional de Jornalistas. 
Cassiano Machado Formado em Ciências Sociais pela USP e em Jornalismo pela PUC-SP, Cassiano Elek Machado, trabalhou nove anos e meio na Folha de São Paulo, onde começou como estagiário e chegou a editor-adjunto da Folha Ilustrada. O jornalista já passou pela revista Trip, onde foi redator-chefe, fez parte da redação inaugural da revista Piauí e hoje é diretor editorial da Cosac Naify, editora que começa a investir e abrir espaço para o Jornalismo Literário. Em 2007, ele assinou a curadoria da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty). Na era da interatividade: exploração de recursos multimídia no jornalismo online André Deak Formado em Jornalismo pela faculdade de Comunicação Social Casper Líbero(SP), André Deak dedicou a maior parte dos dez anos de profissão às mídias digitais. Participou do Coletivo EmCrise, experiência online de produção jornalística independente. Em 2004 foi trabalhar na Agência Brasil como editor executivo multimídia, acumulando experiências com hipervídeo, documentários interativos e multilinguagens. Com a produção do webdocumentário Nação Palmares ganhou o Prêmio Vladimir Herzog 2008 na categoria internet. Em seu site há informações atualizadas sobre jornalismo online.

María Arce A argentina Maria Arce tem experiência em meios digitais desde 1998. Foi bolsista da Organização dos Estados Americanos (OAE) em Jornalismo Digital e hoje é coordenadora editorial do site do jornal El Clarín, Ganhou este ano o prêmio García Marquez da Fundação Nuevo Periodismo Iberoamericano de cobertura para internet, pelo especial multimídia Ruta 66, sobre as eleições norte-americanas. Para o especial, María Arce viajou com Paula Lugones por 40 dias pelos EUA, e enviou em tempo real vídeos, textos, fotos, além de escreverem um blog de viagem. O material foi publicado pelo site Clarin.com, ao mesmo tempo em que integrou a cobertura da editoria internacional do jornal impresso. Fred Di Giacomo Formado em Jornalismo pela Unesp - Universidade Estadual Paulista, Fred Di Giacomo é editor da Internet Núcleo Jovem - pioneira na produção de Newsgames no Brasil - que engloba os sites de Superinteressante, Guia do Estudante, Mundo Estranho e Aventuras na História. Entrou no Curso Abril em 2006, achando que ia fazer revistas. Sua experiência com sites e vídeos na faculdade o levou a participar do projeto de revista digital da Capricho. Em abril, começou a tocar os sites da revista Bizz e Mundo Estranho. Em 2007, Mundo Estranho virou referência em contéudo jovem, inovando com infográficos animados, podcasts e vídeos diários, projeto indicado ao Prêmio Abril de Jornalismo. Em 2008, tornou-se editor-assistente de Entretenimento no Portal Abril.com.
Reciclagem de ideias: a busca pelo discurso sustentável Miriam SantiniA jornalista Míriam Santini de Abreu se formou em Comunicação Social na Unisinos (RS), é especialista em Educação e Meio Ambiente pela Udesc e mestre em Geografia pela UFSC. Escreveu o livro Quando a palavra sustenta a farsa: o discurso jornalístico do desenvolvimento sustentável, que analisa a cobertura ambiental de veículos jornalísticos. Atualmente é jornalista no Sindicato dos Trabalhadores no Poder Judiciário Federal no Estado de Santa Catarina (Sintrajusc) e edita a revista bimestral Pobres & Nojentas. Paula ScheidtFormada em jornalismo na Universidade Federal de Santa Catarina em 2004, Paula Scheidt começou como colaboradora do portal de notícias Carbonobrasil. Hoje é jornalista e editora de conteúdo do site, que reúne notícias sobre mercado de carbono, mudanças climáticas e energias renováveis. Atualmente faz mestrado em Urbanismo, História e Arquitetura da Cidade na UFSC. Pablo Gomes Com 27 anos, seis de jornalismo, Pablo Gomes já passou por todas as editorias de um jornal impresso. Foi contratado como repórter do jornal Notisul, diário que circula na região de Tubarão (SC), antes mesmo de se formar, chegando ao cargo de editor-chefe dois anos depois. Em 2006, tornou-se correspondente do jornal Diário Catarinense em Lages (SC), onde assina matérias em todas as editorias. Mas foi no jornalismo ambiental que se destacou recentemente. Pablo recebeu um dos Prêmios de Jornalismo Ambiental da Fatma (Fundação do Meio Ambiente de SC) em 2009, pela reportagem que produziu um raio-x dos rios Caveiras, Pelotas e Canoas (maior bacia hidrográfica de Santa Catarina).
O resto é número: a cobertura econômica em tempos de crise
Flávio Dieguez Começou a carreira de jornalista no jornal Movimento, um dos principais órgãos da imprensa brasileira alternativa durante a ditadura militar. Trabalhou nas revistas Veja e Istoé, foi editor de Ciência e Tecnologia do Guia Rural Abril e editor e redator-chefe da revista Superinteressante por mais de dez anos. Em 2003 foi chefe da sucursal da Radiobrás em São Paulo, e diretor de redação da Agência Brasil. Nos últimos anos se especializa em jornalismo econômico e atualmente trabalha como freelancer, escrevendo para a revista Retrato do Brasil, do mesmo grupo do jornal Movimento, e para o Le Monde Diplomatique Brasil.
Marçal Alves Leite O jornalista Marçal Alves Leite é editor dos indicadores econômicos do jornal Zero Hora (RS) além de ser responsável pela coluna Mercado em dia e pela seção Sua Renda, publicada na edição dominical do jornal. Já venceu vários prêmios como o 1º Prêmio Imprensa de Educação ao Investidor, organizado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pela Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F). Marçal é reconhecido por traduzir a linguagem técnica do economês para que as pessoas entendam no seu cotidiano. João Rogério Sanson Graduado em Economia pela Faculdade Católica de Administração e Economia FAE. Possui mestrado em Desenvolvimento Econômico e doutorado em Economia, ambos pela Universidade Vanderbilt, EUA. Atualmente é professor titular da Universidade Federal de Santa Catarina. Já lecionou as disciplinas de Economia do Setor Público, Estado e Economia, Microeconomia, Macroeconomia e Economia Matemática. Como pesquisador, tem atuado principalmente nos temas de mercado de trabalho, finanças públicas e microeconomia.
Cultura e inovação: novas direções do olhar da imprensa sobre o universo cultural Helena Aragão A jornalista Helena Aragão já trabalhou na Revista Veredas, do Centro Cultural Banco do Brasil, na Revista Nossa História, no suplemento de cultura Caderno B, do Jornal do Brasil, e no site Globo.com. Participou do nascimento do site colaborativo Overmundo, onde foi coordenadora editorial. Atualmente trabalha na construção da rede social O Livreiro.
Lao de Andrade O jornalista Lao de Andrade começou a carreira na produtora Pindorama como pesquisador e assistente de direção de quadros com a Regina Casé no Fantástico, e hoje é diretor. Dirigiu a série Nomes da Moda para o Fashion TV e Tom da Caatinga para o Canal Futura. Junto com Estevão Ciavatta co-dirigiu o programa Um pé de quê?, também do Futura. Atualmente é diretor da série Globo Educação.
Manuel Ricardo de Lima Manuel Ricardo de Lima é poeta, escritor e colaborador em revistas e jornais. Seu primeiro livro, Embrulho, foi publicado em 2000 pela editora 7Letras. É autor de outras sete obras e coordenador da coleção de mini-ensaios Móbile, e da série Alpendre de Poesia, com Carlos Augusto Lima. Natural de Parnaíba, no Piauí, graduou-se em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará em 1994 e concluiu seu mestrado em Letras, pela Universidade Federal de Ceará, em 1998. Dez anos depois obteve seu título de Doutor pela Universidade Federal de Santa Catarina, onde é professor e Bolsista de Pós-Doutorado do CNPQ, com pesquisa sobre Joaquim Cardozo e Mário Faustino.
Israel do Vale O jornalista Israel do Vale trabalha com jornalismo cultural há 23 anos. Trabalhou, entre outros em veículos, na revista Veja, jornal Estado de S. Paulo e na TV Brasil, além de ter sido editor adjunto do caderno Ilustrada. Formatou e orientou, ao longo de um ano, o laboratório on-line da primeira edição do programa Rumos Jornalismo Cultural, do Itaú Cultural, com estudantes de jornalismo de nove estados. É blogueiro e diretor do selo independente +Brasil Música, além de curador e jurado das áreas musical e audiovisual, além de produtor cultural e DJ.
Discursos divergentes: como a imprensa brasileira vê a América Latina Paul Jurgens Apesar do nome estrangeiro, Paul Jurgens esclarece: “Sou brasileiro de pai e mãe”. Trabalha como correspondente no Brasil da revista francesa Courrier Internacional, que pertence ao grupo Le Monde. É representante brasileiro da Repórter Sem Fronteiras, organização não-governamental internacional que defende a liberdade de imprensa no mundo. Também chefia o setor de jornalismo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) e edita a revista Rio Pesquisa.
Nildo Ouriques Professor do curso de Economia na UFSC, Nildo Ouriques atualmente é presidente do Instituto de Estudos Latino-Americanos (IELA) da mesma universidade. Fez doutorado em Economia na Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) onde também atuou no jornalismo. Também leciona no Programa de Doutorado em Desenvolvimento Economico da Benemérita Universidade de Puebla (UAP-México). É especialista em estudos latino-americanos e tem diversas publicações na área.
José Eduardo Barella José Eduardo Barella é editor de internacional do jornal O Estado de São Paulo. Formado em Jornalismo pela PUC-SP em 1985, Barella passou duas vezes pela redação da revista Veja. Apesar de ser especializado em Política Internacional, foi editor de Geral (Cidades) do Jornal da Tarde por cinco anos. Possui dois prêmios Abril, o primeiro recebido em 1988, com a equipe de Internacional da Veja, numa reportagem sobre Leste europeu. O segundo em 2004, com uma Páginas Amarelas com o dissidente cubano Oswaldo Payá, na categoria Melhor Entrevista. Como repórter, foi enviado para Colômbia, Bolívia, Japão, China, Israel e Alemanha.
30 anos de Jornalismo da UFSC: Conversa com Ex-alunos Lúcio Lambranho, turma de 1999.2 Responsável pelas reportagens que denunciaram as farras das passagens aéreas na Câmara dos Deputados e no Senado, Lúcio começou a carreira ainda durante a graduação. Aluno da turma de 1999.2, foi repórter dos jornais O Estado, A Notícia, Diário Catarinense e da rádio CBN em Santa Catarina. Em 2004, mudou-se para Brasília onde trabalhou no Correio Braziliense e no Jornal do Brasil. Dois anos depois integrou-se a equipe do Congresso em Foco, site que faz uma cobertura analítica e independente dos principais fatos políticos da capital federal. Recebeu menção honrosa no Prêmio Senai de Reportagem em 2004 e em 2008, no Prêmio Vladimir Herzog.
Frank Maia, turma de 1993.2 É ilustrador freelancer e chargista do jornal A Notícia. Diariamente aborda situações do cotidiano político e econômico brasileiro, com desenhos bem-humorados e informativos. Formado em 1993.2, hoje possui o Xinelão Studio (nome que surgiu na época que trabalhava em casa, de chinelos), site onde publica seu material.
Kíria Meurer, turma de 1998.1 Formada em 1998.1, Kiria Meurer começou como repórter da TV Barriga Verde, na Band, ainda durante a faculdade. Trabalhou na Rádio CBN Diário e na Rádio Atlântida FM. Na RBS TV foi repórter do Bom Dia Santa Catarina, Jornal do Almoço e RBS Notícias antes de se tornar correspondente da TV Globo em Santa Catarina, há oito anos, onde faz reportagens para os telejornais do canal e programas como o Fantástico e o Globo Repórter.
 Maurício Oliveira, turma de 1996.1 Carioca criado em Araranguá, sul de Santa Catarina, Maurício Oliveira formou-se em Jornalismo na UFSC em 1996.1, e concluiu mestrado em História pela mesma instituição em 2007. Como estudante, recebeu por três anos consecutivos o prêmio de Melhor Reportagem do Set Universitário, promovido pela PUC/RS. Em São Paulo, foi repórter do jornal Gazeta Mercantil e da revista Veja, além de coordenador editorial da Contexto, editora especializada em livros de História. Atua como freelancer desde 2003, quando voltou a morar em Florianópolis. Tem colaborado com uma série de publicações, entre as quais Veja, Superinteressante, VIP, Caros Amigos e O Estado de São Paulo. Mantém o blog Vida de Frila.
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